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Resenha: Miss Brasil Mundo 2018

O Miss Brasil Mundo 2018 celebrou os 60 anos de participação do Brasil no concurso Miss Mundo, fazendo-o este um evento muito importante para o Mundo Miss brasileiro.
O concurso aconteceu no último dia 11 de agosto e contou com a participação de 48 candidatas, representantes de 25 estados da federação (ficaram de forma o Distrito Federal e Roraima), insulares e regiões (vales, sertões, serras, etc.).

Jéssica Carvalho - MBM 2018 -  recebe o carinho das colegas de concurso


Vamos aos pontos positivos:

a) bom nível de beleza das candidatas que suplantou o do ano passado;
b) a transparência dos resultados das provas classificatórias e entrevista;
c) a homenagem aos 60 anos do Brasil no Miss Mundo com a presença de algumas misses;
d) a beleza e carisma da apresentadora Lívia Nepomuceno;
d) o resultado final condizente com a proposta do concurso.


Misses Brasil Mundo homenageadas


Os pontos negativos desta edição são bem próximos ao que elenquei na resenha da edição de 2017, mas acredito que valha a pena externá-los.

a) a quantidade de candidatas continua sendo grande e desnecessária, pois pelo menos 1/3 delas não estavam com um conjunto condizente do que se espera num concurso nacional. Infelizmente outros concursos nacionais já estão seguindo esse caminho também. Acredito que seja para obter um receita maior com as inscrições;
b) realizar a final de um concurso de grande porte na área de eventos de um resort novamente mostrou que é um erro. Cenas constrangedores de pessoas atravessando a passarela e o nítido aperto das candidatas no "palco" provam isso;
c) o nervosismo do apresentador Juliano Crema que, aparentemente, também era o diretor do concurso ficou evidente e comprometeu a transmissão.
d) a falta de comunicação entre apresentadores e equipe técnica promoveram momentos de certa bagunça no palco, como no momento da homenagem às misses Brasil Mundo, onde ninguém sabia para onde ir ao final.


Juliano Crema e Lívia Nepomuceno


Eu gosto muito do formato do concurso, da causa que defende (Beleza pelo Bem) e pelo apoio e preparação que a vencedora recebe para concorrer ao título de Miss Mundo, mas como espetáculo televisivo, o Miss Brasil Mundo ainda não conseguiu mostrar algo interessante de se acompanhar desde 2006, quando a organização CNB assumiu a franquia.
Acredito que um concurso desse porte deveria acontecer num teatro ou casa de espetáculos e ser melhor dirigido.
A vencedora Jéssica Carvalho não estava no meu top 7, mas mostrou na final que mereceu a coroa e fez história em conquistar pela primeira vez o título para o Piauí. Ela mostrou que está preparada, tem uma excelente oratória e com o apoio e lapidação que receberá até o o início do Miss Mundo, tem grande chance de levar o nome do nosso país ao topo.
Espero que em 2019 tenhamos uma final melhor, pois esse formato já mostrou-se inadequado.

Momento da coroação

Ficha técnica*:

Miss Brasil CNB 2018
Data11 de Agosto de 2018
ApresentaçãoJuliano Crema, Lívia Nepomuceno
BastidoresDaniela Song
Candidatas48
TransmissãoRede BrasilMaster TV (ao vivo)
LocalHotel do Bosque
CidadeAngra dos ReisRio de Janeiro

Resultados*:

PosiçãoRepresentação e Candidata
Vencedora
1ª Princesa
2ª Princesa
Finalistas
Em ordem de classificação
  • Pará Pará - Isabella Garcia
(TOP 21)
Semifinalistas

Em ordem de classificação

PrêmioRepresentação & Candidata
Miss Simpatia
Miss Personalidade
Miss Fotogenia
Miss Cordialidade

TítuloRepresentação & Candidata
Miss Centro-Oeste
Miss Nordeste
Miss Norte
Miss Sudeste
Miss Sul
Beleza pelo Bem

PosiçãoRepresentação & Candidata
1
  • Pará Pará - Isabella Garcia
Finalistas
  • Bahia Bahia - Marcela Moura
  • Piauí Piauí - Jéssica Carvalho
Talento

PosiçãoRepresentação & Candidata
1
Finalistas
*Wikipédia

Assista ao concurso na integra.


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Programas do Miss Universo - década de 1980

Os programas do concurso Miss Universo na década de 1980 destacam as paisagens e elementos culturais da cidade/país anfitrião.

As capas, diferentemente da década anterior, mostram monumentos históricos, edifícios, paisagens naturais e aspectos culturais. 

São capas bonitas, mas pecam por não trazer a Miss Universo reinante (somente nas edições de 1985 e 1986 elas aparecem), algo que se manteve dos anos 1970.
A minha preferida é a de 1987, que traz crianças de Cingapura (país anfitrião). Ela seria perfeita se também trouxesse a Miss Universo 1986 - Bárbara Palácios.
Disponível em: http://www.pageantopolis.com/1980-1989-4.html