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Resenha: Miss São Paulo 2018

O concurso Miss São Paulo é um dos mais aguardados pelo Mundo Miss brasileiro. O motivo é que muito do que acontece nele (de bom e ruim) será também visto no Miss Brasil, já que a emissora que produz o evento, a paulistana Band, é a responsável direta pelo "show" televisivo de ambos.
Esse ano o concurso veio com um formato diferente, inspirado no festejado Miss Rio Grande do Sul 2017, que eu assisti somente a final e achei interessante. A minha expectativa como esse novo formato não era grande, tanto que só assisti a final porque era evidente que um resumão do foi exibido no Youtube iria ser mostrado na final.
O local escolhido para o evento, denominado Casa Petra, fica no bairro de Indianópolis, uma região nobre da capital. Me pareceu ser um espaço elegante e intimista, e que estava em acordo com o novo formato.
O início do concurso foi bem menos animado e empolgante que o do ano passado, e a plateia parecia meio engessada. As candidatas usavam trajes casual escuros e pouco elegantes. Os desfiles individuais animaram a plateia e destaco o da miss Ilhabela, claramente inspirado no da Miss Brasil 2014 - Melissa Gurgel.

Top 09 em traje casual

Começar um concurso estadual apenas com 09 candidatas me causou certa estranheza, mas desencanei e tentei enxergar um sentido naquilo. 
O anúncio do top 5 foi bem coerente com o que se tinha de candidatas no palco, mas já nesse momento percebi que meu estado natal terá poucas chances de conquistar o título nacional este ano.

Top 05


O desfile em traje de banho mostrou regularidade na beleza plástica das candidatas e a apresentação do cantor Di Ferrero foi dispensável, assim como aquele corpo de baile que só poluiu o palco e me causou risadas com os closes dos bailarinos que queriam aparecer mais que as misses.

Top 05 em traje de banho


Os apresentadores Cássio Reis e Maria Eugênia estavam bem e espero vê-los no Miss Brasil 2018. Aliás, o vestido de Maria Eugênia era lindo e evidentemente não era da mesma estilista dos trajes das misses, como o usado pela Miss Brasil 2017 - Monalysa Alcântara, que como sempre esbanjou beleza e carisma.
O corpo de jurados, com a exceção de Raissa Santana - Miss Brasil 2016 - parecia pouco entender do que se passava no palco e a presença do "digital influencer" John Drops foi constrangedora para dizer o mínimo. Eu não aceito essas "personalidades" que mal sabem o que é um concurso de miss estarem numa posição de tanta responsabilidade. Mas a Band quer atingir o público em geral e se presta a isso, infelizmente.

Maria Eugênia e Cássio Reis


O desfile em traje de noite foi terrível, com vestidos horrorosos. Se eu achava que os vestidos do Miss Brasil 2017 eram o fundo do poço, o Miss São Paulo 2018 provou que ainda havia espaço nele. Não quero nem imaginar o que nos aguarda no certame nacional.

Top 05 em traje de noite


As perguntas finais tinha boas temáticas, mas as respostas em sua maioria foram sofríveis, com exceção as das misses Santos e Promissão.
O top 3 foi na minha opinião injusto, pois deveria ter tido a miss Promissão no lugar de Sumaré.

Top 03


O resultado final foi surpreendente, já que a Miss Sumaré não articulou uma resposta para a questão, mas concordo com quem acha que ela merecia ter tido mais tempo para reformular sua fala. Nesse momento o apresentador Cássio Reis falhou feio.
Sem dúvida a Miss São Paulo 2018 - Paula Palhares é uma bela miss e tendo Éder Inácio como preparador (Fernanda Leme - Miss SP 2014 e Jéssica Voltolini - Miss SP 2015 são "crias" dele) deve chegar bem melhor em diversos aspectos no Miss Brasil 2018, mas não acredito que o jejum paulista termine este ano.

Paula Palhares - Miss SP 2018


Esse formato de reality do Miss São Paulo 2018 não me agradou, pois as cenas com as misses chorando depois de eliminadas foi de cortar o coração. Sei que isso acontece nos bastidores, mas acho desnecessária essa exposição. Os depoimentos e comentários das eliminadas nas redes sociais mostram o quanto muitas misses, apesar de belíssimas, não tem a principal qualidade que se espera delas: a educação.



Espero que o Miss Brasil 2018, previsto para o dia 26 de maio no Rio de Janeiro, seja um evento mais tradicional. Infelizmente pelas declarações da diretora nacional Karina Ades, ele terá um público estimado em 18.000 pessoas e já se especula que será realizado dentro de um evento institucional da Polishop, empresa que detém a marca Be Emotion.
O poço pode ser mais profundo do que se imagina!


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Nota de falecimento: Rejane Vieira da Costa (Goulart) - Miss Brasil 1972

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A Miss mais bela do ano de 1961 - Marlene Schmidt

 O ano de 1961 é um dos mais fortes em relação a beleza das vencedoras do Grand-Slam, mas a beleza atemporal da representante da Alemanha no Miss Universo a faz a melhor entre as três. O único título do país no Miss Universo foi conquistado em 15 de julho no Miami Beach Auditorium na popular Miami - Flórida - EUA. Marlene Schmidt - Miss Universo 1961 Biografia*: Schmidt, uma refugiada na Alemanha Ocidental depois de fugir da nativa Alemanha Oriental, loira, de olhos negros, 1, 73 m e 24 anos, era uma engenheira elétrica que trabalhava numa fábrica de rádios por US$54 dólares semanais.  Entrou no concurso estadual de beleza de Baden-Württemberg motivada pelo carro oferecido como prêmio máximo, venceu e além do carro conquistou o direito de representar a região no Miss Alemanha, realizado em Baden-Baden. Marlene venceu o concurso nacional, onde foi considerada uma "figura de Botticelli", e foi para os Estados Unidos representar o país no Miss Universo. Competindo com outras 47

Mexicana Andrea Meza vence a 69ª edição do concurso Miss Universo

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 O 2º lugar no Miss Brasil 1980 deu a oportunidade da lindíssima paulista Fernanda Bôscolo de ser a Miss Brasil Beleza Internacional 1980. Fernanda Bôscolo no MB 1980 (divulgação) O concurso foi realizado no dia 04 de novembro em Tóquio, no Japão. Apesar de  ter uma beleza impactante, a paulista não foi classificada entre as três finalistas, numa edição muito estranha, que sequer teve chamada para semifinalistas. Biografia* Apesar de nascida na capital, Fernanda mudou-se para Santos aos 6 anos de idade, e o primeiro concurso que disputou foi aos 6 anos, o Mini Miss São Paulo, no programa de TV "Almoço com as Estrelas", competindo com mais de 500 crianças. Em 1980, antes de completar 18 anos de idade, e já morando em Santos, foi eleita Rainha das Praias Brasileiras, no Ilha Porchat Clube, e ganhou o direito de representar o país no Miss Tanga Internacional, realizado em Caracas, Venezuela. Mais de quarenta garotas ambicionavam o título, que acabou ficando em suas mãos, tendo s